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quarta-feira, 11 de junho de 2014

"Independence" Music

A palavra, indie, é uma abreviação de “independent”, ou seja, é um estilo alternativo e independente. Mais relacionado a manifestações de arte do que ao comércio fonográfico. É um estilo de vida. É mais adequado usar o termo para se referir à personalidade da pessoa.  E isso transparece no modo de vestir.  A galera, na verdade, não se importa com o que outras pessoas irão pensar sobre suas roupas e seus gostos. São alternativos e não seguem o que outras pessoas seguem. No entanto, algumas características do estilo são marcantes e acabaram se tornando referências de moda aos que simpatizam com esta tribo.  

O estilo musical indie, surgiu nos anos 80 na Inglaterra e Estados Unidos e nasceu como uma vertente mais livre do rock. Os músicos envolvidos com este movimento desejavam percorrer um caminho mais distante do mercado musical que é, até hoje, predominantemente comercial. Eles reafirmavam a preservação da sua autonomia e do domínio integral de sua música e da carreira profissional. Com este ar rebelde e “underground” e alternativo, músicos do universo pop e rock optaram por jornada mais difícil e gravando seus trabalhos junto a selos independentes e alguns até criaram suas próprias gravadoras. O indie é um rock independente.

Esses trabalhos são vendidos, e/ou distribuídos em seus shows, em rádios alternativas e disponibilizados pela internet, hoje com a facilidade para realizar downloads e ouvir em plataformas web, fica mais fácil ainda disseminar o som. O indie, que surgiu da palavra inglesa Independence, que em português que dizer independência e pode ser aplicado a qualquer iniciativa musical independente que não vise só o lucro capital. Mas se adaptou ao rock como uma luva, talvez pela pegada vanguardista que o estilo musical já denota.

O conceito é de financiamento coletivo, que na obtenção de capital para iniciativas de interesse coletivo através da doação de valores em dinheiro. De fãs, por exemplo. É usual que seja estipulada uma meta de arrecadação que deve ser atingida para que o projeto seja viabilizado. Caso os recursos arrecadados sejam inferiores à meta, o projeto não é financiado e o montante arrecadado volta para os doadores. Ações assim são usadas há anos para ajudar pessoas que passaram por grandes catástrofes, com show para arrecadar montantes; Como o Live AID ou em programas como Teleton, Criança Esperança.


Referências;




Mesa redonda “Rock Independente – ontem e hoje”


Músicos, cantores e interessados em rock marcaram presença na mesa redonda “Rock Independente – ontem e hoje”, que aconteceu neste domingo, durante o último dia do 4º.

“No ultimo domingo – 08/06 – o Salão da Leitura de Niterói, no Deck Dorival Caymmi, no Caminho Niemeyer recebeu a mesa redonda Rock Independente – ontem e hoje”, Cerca de 40 pessoas participaram do bate-papo entre Pedro de Luna (escritor e criador do Festival Arariboia Rock), Alessandro Alr (coordenador da multiplataforma Maldita 3.0), Tom Leão (autor do livro Rio Fanzine) e Bruno Eduardo (editor da Rock Press).

Os convidados falaram sobre bandas; a influência na moda e no comportamento; as fases da rádio Fluminense FM – Maldita; a importância dos festivais; a qualidade do som das bandas indie; o relacionamento das bandas com as rádios hoje; a importância dos espaços culturais municipais; sobre o papel das gravadoras antes e hoje; entre outros. 
 



Por KKSR

domingo, 1 de junho de 2014

Independência ou morte!


No coração o som é um misto de rock, punk, folk e grunge. Na cabeça a ideia de liberdade, de desatar as arramas comerciais.

Banda indie = Banda independente.


Elas lidam com seus negócios sem ajuda de patrocínios e sem agenciamento de gravadoras. São livres para experimentar sons e falarem sobre o que quiserem. A ideia aqui não é fazer sucesso e ganhar dinheiro.

A divisão grunge do rock inspirou muitas delas, como o Pavement, o Riot Grrrl, Beck, Sebadoh e Tortoise.


No início da década de 2000, as pessoas já reconheciam o “som” indie, mas as bandas que eram relacionadas ao gênero, comeram a assinar com grandes gravadores e “trair” o movimento. Nomes como The Strokes, The Killers, Arcade Fire são citados com as traíras. 


Por KKSR

sábado, 24 de maio de 2014

“NITERÓI ROCK UNDERGROUND (1990-2010)”



 
O que chamamos hoje de indie ou alternativo chegou ao Brasil no início dos anos 1990.  Nesse ano a MTV se instalou aqui, o Brasil abriu o mercado par a entrada de instrumentos e do som importado, jovens já quentes pelos momentos políticos que viveram nos anos anteriores estavam transbordando rebeldia, independência e uma vontade absurda de criar a sua identidade. “As bandas começaram a divulgar suas músicas em fitas demo em cassete ou vinil, e os fanzines tinham o papel de mídia especializada. Selos e gravadoras independentes surgiam. Sem internet, a circulação de informações se dava por cartas.”

O jornalista e publicitário Pedro de Luna mostra neste livro a transição da música e da cultura no país e os reflexos em Niterói-RJ. Uma  revolução  que aconteceu no campo sociológico, político, estético, econômico,  tecnológico e musical.  

LP, Vinil, cassete, demo, telefone, fax, computador, impressora, CDs, DVDs, download de músicas, quanta coisa estudada. Ouso dizer que é uma bíblia para quem quer trabalhar com jornalismo cultural ou apenas se divertir com a realidade do rock.






Por KKSR

Como identificar um indie por aí


Artistas de indie fazem questão de manter controle de sua música e carreira, lançando álbuns por gravadoras independentes e baseando toda a divulgação de seu trabalho em turnês, rádios independentes e na internet. Logo suas marcas e símbolos, também refletem esse estilo livre, independente e descontraído.

A palavra, indie, é uma abreviação de “independent”, ou seja, é um estilo alternativo e independente. Mais relacionado a manifestações de arte do que ao comércio fonográfico. É um estilo de vida. É mais adequado usar o termo para se referir à personalidade da pessoa.  E isso transparece no modo de vestir.  A galera, na verdade, não se importa com o que outras pessoas irão pensar sobre suas roupas e seus gostos. São alternativos e não seguem o que outras pessoas seguem. No entanto, algumas características do estilo são marcantes e acabaram se tornando referências de moda aos que simpatizam com esta tribo.  

O estilo pode ser confundido com os Hippies ou os Emos. Entretanto, não há regras a serem seguidas. É justamente o contrario, não existem regras. Aliás, uma pessoa indie é interessada nas manifestações de arte, na política e na cultura em geral, porém não na forma comercial destas.
Roupas de brechó, jeans rasgado, surrado, camisetas de bandas, bandanas, penas, artesanato, estampa xadrez, floral, tudo misturado, sapatilhas, coturno, all star. Peças customizadas, a filosofia do “faça você mesmo” (Do It Yourself em inglês, ou, numa sigla, DIY). O que importa é sentir-se bem.
Se fosse para exemplificar uma tendência da moda que se adapta muito bem ao estilo indie seria a Boho chic ( bohemian and hippie) 





Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Indie_rock
http://en.wikipedia.org/wiki/Boho-chic
http://www.portaisdamoda.com.br/noticiaInt~id~24758~n~estilo+indie.htm
http://garotasamargas.blogspot.com.br/2011/11/estilo-indie.html

por KKSR



Cena alternativa em Niterói, SG e Itaboraí

Ainda há esperança de ouvir algo diferente desse lado de cá da ponte

Niterói é historicamente um celeiro de bandas alternativas e nos anos 90 existiam alguns redutos indie na cidade. Hoje em dia não há mais espaço para que essa cultura se prolifere.  Nem mesmo a grande rádio da Cidade a Fluminense é mais “A Maldita”.

Mas os jovens da região querem reverter o quadro. Estão produzindo pequenos festivais que celebrem a cultura indie de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí. Criaram o Araribóia Rock, o Festival Rock na Praia, o Rock na Pista, o Rock de garagem, entre outros.  

Nesses festivais bandas independentes mostram seu trabalho para um pequeno publico, já que não existe um apelo na mídia. A divulgação é feita através das redes sociais.

As bandas em geral usam nomes diferentes e fazem um som com diversas inspirações, à base é o rock, mas misturam com brega, folk, forró, samba, etc.

Agenda de Junho











Perfil de nova banda:  A kombi que pega criança

A Kombi Que Pega Crianças é, talvez, a mais clássica banda da cidade de São Gonçalo, Rio de Janeiro. Com influências que vão de NOFX e Bad Religion a Falcão e Tiririca, a mistura de hardcore com letras cheias de humor, inspiradas em situações e observações que remetem ao cotidiano e a infância, sempre foi um sucesso.

Letras como Pokemon, Festa de Peão, A Flor do Velho e Pobre Menino são entoadas a plenos pulmões pela galera que acompanha a banda, transformando todo show da banda em uma festa!

A banda retorna aos palcos depois de um período de ausência, contando com uma nova formação, mas mantendo a mesma proposta, unido humor e rock n roll.

A Kombi Que Pega Crianças, hoje, é:

Raul (João): Guitarra e backing.
Anderson (Kanela): Guitarra e backing.
Eduardo (Aristidis): Bateria.
Aarhon (Aroldo): Vocal.
Iuri (Gutierrez): Baixo.


Fonte:



por KKSR

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Menos circo e mais ‘Theatro’ - Da “pegada” antiga restou apena o ‘O’ -

(divulgação)
Com muitas mudanças o grupo O Teatro Mágico lançou seu novo disco e apresentou a turnê “O Grão do Corpo”, começando pelas capitais paulista e fluminense

Após uma trilogia de muito sucesso, os músicos da banda sentiram a necessidade de mudar a cara e o som que faziam. O DJ, violão, violino e a percussão foram deixados para trás, as guitarras aparecem com mais força no novo CD.

As roupas circenses foram deixadas de lado e substituídas por trajes mais cinzentos.  O Tom circense que cativava pessoas de todas as idades, aos poucos se transforma em algo sofisticado, político e adulto. O estilista Marcelo Sommer foi o escolhido para da à nova roupagem do figurino da banda. Para estranheza dos fãs acostumados com álbuns recheados de críticas ao sistema capitalista.

A performance no palco também está diferente.  Um Fernando Anitelli mais sério, ainda mais militante e já não existem apresentações interativas com tecido, lira, meninas cospe-fogo, malabaristas e a trupe lúdica com trapezistas, palhaços. Agora cenas de protestos, numa arte plástica diferente: bailarinas que mordiam fitas cassetes e faziam passos de robôs, surpreenderam. Em uma das cenas, a
bailarina lia Bukowski – vestindo apenas uma bermuda social masculina, fita tampando os seios, e salto alto.

Segundo o grupo é uma forma mais hard core de protestar, que se envolver com o que está acontecendo com o mundo. Eles não perderam a magia, a inocência, apenas amadureceram. E assim como eles, o som, o show, as roupas e até a maquiagem. Querem menos pintura e mais transgressão.
Atual formação da banda: Fernando Anitelli, Andrea Barbour, Daniel Santiago, Sergio Carvalho, Rafael dos Santos e Guilherme Ribeiro.

- Que grão é esse? Nós somos o grão da sociedade? A sociedade é o grão de uma nação? – Provoca o músico líder da banda, Fernando Anitelli.




Fontes:

KKR

domingo, 20 de abril de 2014

Indie, o filho mais novo e livre do rock and roll


Um estilo que busca a qualidade, a liberdade, contestando o óbvio e o comum. Curtindo a anti cultura

O estilo musical indie, surgiu nos anos 80 na Inglaterra e Estados Unidos e nasceu como uma vertente mais livre do rock. Os músicos envolvidos com este movimento desejavam percorrer um caminho mais distante do mercado musical que é, até hoje, predominantemente comercial. Eles reafirmavam a preservação da sua autonomia e do domínio integral de sua música e da carreira profissional. Com este ar rebelde e “underground” e alternativo, músicos do universo pop e rock optaram por jornada mais difícil e gravando seus trabalhos junto a selos independentes e alguns até criaram suas próprias gravadoras. O indie é um rock independente.

Esses trabalhos são vendidos, e/ou distribuídos em seus shows, em rádios alternativas e disponibilizados pela internet, hoje com a facilidade para realizar downloads e ouvir em plataformas web, fica mais fácil ainda disseminar o som. O indie, que surgiu da palavra inglesa Independence, que em português que dizer independência e pode ser aplicado a qualquer iniciativa musical independente que não vise só o lucro capital. Mas se adaptou ao rock como uma luva, talvez pela pegada vanguardista que o estilo musical já denota.

No Reino Unido este fenômeno se baseia na musicalidade punk e em outras modalidades do rock alternativo (como o Folk), fundamentado especialmente no uso de guitarras. Os grupos que mais marcaram a parada inglesa nos anos 80 foram The Smiths e The Stone Roses que influenciaram a produção musical da década de 90, como o shoegaze e o britpop. Nos EUA remete-se aos anos 70 e em princípios dos 80. Bandas que cultivavam uma sonoridade intensa, como Pixies, Sonic Youth e Big Black, eram enquadradas como produtoras de música ‘indie’.


A pegada punk, nascida nos guetos em meados dos anos 70 tem como características principais músicas rápidas e ruidosas, com canções que abordem ideias políticas anarquistas, niilistas e revolucionárias. Fogem dos padrões popularizam a filosofia do “faça você mesmo” (Do It Yourself em inglês, ou, numa sigla, DIY) e a imagem anti-ídolo. Características que permanecem nas bandas que seguem o estilo independente.

A inspiração Folk é resgatada, dos anos 60. Também como um braço do rock, da geração rebelde, detentora de uma consciência política alinhada à esquerda. E atinge o apogeu com o músico Bob Dylan. Folk que deu origem a palavra folclore surgiu com musicas populares misturadas no universo rural e revolucionário. O som era composto por harmonias vocais afinadas e uma abordagem limpa para a utilização de instrumentos elétricos como a guitarra elétrica. No Brasil, representantes do folk: Humberto Gessinger e Mallu Magalhães.



No inicio dos anos 90, o grunge começou a tomar o cenário musical rock alternativo e transbordou do “indie” e alcançando sucesso, o que chamou a atenção das grandes gravadoras e fez o “grunge” se sustentar como uma nova vertente. A rebeldia saia da das garagens e ganhavam o mundo com uma visão retrô do rock.


Essa cara “folk rock indie alternativo” ainda figura nas bandas atuais que seguem essa ideologia de independência, no Brasil muitas bandas hoje já alcançam sucesso mesmo fora do circuito comercial das gravadoras multinacionais e dos milhões empregados na produção dos discos. Muitos, como a banda mais bonita da cidade,  empregam o crowdfunding, como alternativa para financiar suas produções. 




O conceito é de financiamento coletivo, que na obtenção de capital para iniciativas de interesse coletivo através da doação de valores em dinheiro. De fãs, por exemplo. É usual que seja estipulada uma meta de arrecadação que deve ser atingida para que o projeto seja viabilizado. Caso os recursos arrecadados sejam inferiores à meta, o projeto não é financiado e o montante arrecadado volta para os doadores. Ações assim são usadas há anos para ajudar pessoas que passaram por grandes catástrofes, com show para arrecadar montantes; Como o Live AID ou em programas como Teleton, Criança Esperança.

Artistas e bandas brasileiras que flertam com o indie.






Referencias;
Fontes: Google, Youtube e sites das bandas e artistas. 

******* Projeto da Faculdade *******

Por KKSR